Mãe, quanto amor!
Onde? Não importa!
Resplandece, sempre.
Tal qual o sol
E a lua.
Estão eternamente nos céus.
Vãs são as palavras
Instigadoras
De nada precisam
Apenas, amor.
poemas; desabafos; política;diversão
Sindicação
Mãe, quanto amor!
Onde? Não importa!
Resplandece, sempre.
Tal qual o sol
E a lua.
Estão eternamente nos céus.
Vãs são as palavras
Instigadoras
De nada precisam
Apenas, amor.
O canto do conto
Não é sonso
Canta a conta
Sem saber.
Sem sombra
Tento um tanto
Sobra sem
Um tento tonto !
Quanto cento
Pra pouco santo
Quatrocentas antas
Sentadas nos tampos
Tempo ! Quanto tempo!
Menina que tinge de cores todos os meus dias,
tinge minha flores com sua alegria, folia.
Yara das águas de meus olhos, menina,
flutua vida a dentro, espelhando amor.
Agora, cala e fica qual quadro.
Pobres vagabundos de noites
Sem fim
Vagando nas estrelas
Nas luas brilhantes.
Buscadores de si próprios
Garimpam mundos preciosos
Almas generosas
Reações tempestuosas.
Poetas olímpicos
Pioneiros aos acaso
De porre de vida,
Pura, sem gelo,
De porre de vida
Quero fazer uma declaração
De amor, por você.
Pode até virar canção
Ou samba enredo.
Se idade dá emoção
É em você, Sampa minha,
Onde quero despejar
Meus sonhos e fantasias.
Viver meus medos
Amar minhas angústias
Com muitos porres
E tantas paixões.
Me galope, pelo
Mundo afora
Mostre-me
Todos os reflexos
De seu corpo.
11/08/2011 @ 18:43:21
por Thaís
Sabe....eu tinha perdido o endereço daqui.... Logo ...
11/08/2011 @ 18:40:38
por Thais